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Fiz esse tutorial a uns anos atrás para o site Under-Linux.org
Atualizei ele e resolvi colocar ele aqui também.
Já imaginou você querendo fazer o backup em cd, de um arquivo de 2Gb?
Você deve estar pensando, "É só usar DVD ao invés de CD", mas infelizmente muitos desktops e servidores ainda não estão equipados com um leitor de DVD, e mesmo que a maquina tenha um drive de dvd, isso muitas vezes não é o bastante. Motivo? O backup ser mais maior que 4.7Gb.
Nesse artigo ensinarei a vocês como fazer backup em volumes usando o tar (compactador) e o split (usado para dividir arquivos).
Como compactar?
Sintaxe:
$ tar [compressão] [destino] [arquivo ou diretorio]
[compressão]
- Para usar o gzip (.tar.gz) use: czvf
- Para usar o bz2 (tar.bz2) use: cjvf
- Para apenas empacotar o arquivo sem utilizar nenhuma compressão (.tar) use: cfv
[destino] = nome do arquivo compactado
[arquivo ou diretorio] = caminho do arquivo ou diretório a ser compactado
Exemplos:
$ tar cjvf backup.tar.gz documentos
Compacta o diretório documentos utilizando gzip
$ tar czfv projeto.tar.bz2 /home/usuario/projeto
Compacta o diretório projeto que está em /home/usuario utilizando bz2.
Como dividir o arquivo?
Sintaxe:
$ split -b [tamanho do arquivo] [arquivo] [prefixo]
[tamanho do arquivo] = Tamanho dos volumes, use m para megabyte ou g para gigabyte
[arquivo] = arquivo que será dividido
[prefixo] = prefixo que será utilizado para nomear os arquivos.
Se o prefixo for "backup-", os volumes serão nomeados como backup-aa, backup-ab, backup-ac, e assim por adiante.
Exemplos:
$ split -b 695m backup.tar.gz arquivo_
Divide o arquivo backup.tar.gz em volumes de 695 megabytes usando o prefixo arquivo_
$ split -b 4000m projeto.tar.bz2 backup_projeto-
Divide o arquivo projeto.tar.bz2 em volumes de 4000 megabytes (~4 gigabytes) usando o prefixo backup_projeto-
Como unir as partes?
Sintaxe:
$ cat [prefixo]* > [nome do arquivo].[extensão]
[prefixo] = prefixo que será utilizado para nomear os arquivos. Sempre adicione um asterisco após o prefixo. Isso quer dizer que é para tratar TODOS os arquivos iniciados com aquele prefixo.
[nome do arquivo] = nome que o arquivo de backup terá depois que for restaurado.
[extensão] = tar.gz se foi utilizando o parametro czvf na compactação ou tar.bz2 se foi usado o parametro cjvf.
Exemplos:
$ cat arquivo_* > backup.tar.bz2
Isso ira "listar" os arquivos iniciados com nome "arquivo_" e irá
mandar o resultado dessa listagem para o arquivo backup.tar.bz2
$ cat backup_projeto-* > projeto.tar.gz
Isso ira "listar" os arquivos iniciados com nome "backup_projeto-" e
irá mandar o resultado dessa listagem para o arquivo projeto.tar.gz
Verificando a integridade do backup
Para verificar se não ocorreu nenhum problema com o arquivo que foi dividido e unido novamente, você deve usar o md5sum.
O md5sum é um utilitário que gera uma chave única para cada arquivo verificado.
Praticamente todas as distribuições disponibilizam em suas páginas de download, a chave md5sum, assim após o download o usuário pode verificar a integridade da imagem que baixou antes de gravar e instalar.
Uma imagem corrompida pode causar programas na hora de gravação e no pior dos casos, você consegue gravar, instalar e depois começam surgir os erros.
Sintaxe:
$ md5sum [nome do arquivo]
[nome do arquivo] = nome do arquivo a ser verificado
Será gerada uma chave do tipo: 6e383bb6a0153668cbab8f5cdd48157f
Depois você faz isso com o arquivo apenas compactado (que ainda nao foi dividido) e compare as chaves para ver se ficou tudo igual.
Se estiverem iguais, pode ficar tranquilo, nenhum problema com o arquivo, mas se houver alguma diferença entre as chaves, algo deu errado e o arquivo está corrompido.
Para entender melhor o split, tar e o md5sum não deixem de ler a man page deles.
$ man split
$ man tar
$ man md5sum
Fiz esse artigo com base em uma dúvida postada no fórum do site Under-Linux.org.
Espero que isso ajude vocês.
Até
Saiu o primeiro Service Pack (pacote de correções) da Microsoft para o Windows Vista.
O número de usuários de banda larga está crescendo bastante, mas ainda está longe de ser como em outros países mais desenvolvidos. E isso pode desanimar "um pouco" o usuário, pois o SP1 do Vista tem "apenas" 544MB.
Neste site (em inglês) vocês podem conferir uma lista com as mudanças notáveis no Windows Vista após a instalação do SP1.
Neste outro link (também em Inglês), vocês podem ver a lista das atualizações de segurança e Hotfixes inclusos no SP1.
Download do SP1 do Windows Vista (pacote com 36 idiomas)
Uma das pessoas mais importantes na área da tecnologia no Brasil acredito que seja Carlos Morimoto.
Famoso por criar a distribuição Kurumin Linux e manter o site Guia do Harware, Morimoto está sempre lançando livros com material atualizado, prático e com uma linguagem clara.
Em "REDES, Guia Prático", Morimoto aborda em detalhes os padrões de rede, cabeamento e dispositivos de rede, redes wireless, TCP/IP e endereçamento, segurança, firewall, configuração de redes Windows e Linux, configuração de servidores de rede local entre outros temas.
Como podemos observar neste link, o livro é bastante completo e aborda novas tecnologias como o ipv6, Windows Vista, entre outros.
Enfim, um item obrigatório a todos os interessados na área e principalmente os que trabalham nela.
Leia uma análise do livro no MeioBit: Análise do livro "Redes - Guia Prático", de Carlos Morimoto
Mais um supercomputador instalado aqui no Brasil, dessa vez na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O cluster (conjunto de computadores interligado que atuam como um só) é composto por 256 servidores Dell, cada um com dois processadores de quatro núcleos Intel, com 2.6 GHz. O desempenho estimado é de 64 gigaflops por nó.
O supercomputador custou 5 milhões de reais e foi financiado pela Petrobras.
Mais informações em: IDG Now
Devido a dominância do Windows nos Desktop, o sistema de arquivos FAT é usado ou (pelo menos suportado) em praticamento todos os dispositivos e sistemas operacionais.
Com o tempo a Microsoft lançou o Windows NT (New Technology) e com ele veio um novo sistema de arquivo chamado NTFS (New Technology File System). Desde então, o NTFS foi incluído nas versões seguintes do Windows e sendo alterado constantemente.
O problema é que a Microsoft não fornece dados importantes sobre o funcionamento do NTFS, para terceiros desenvolverem um driver que funcione 100%. Então, o que encontramos hoje são vários programas que usam diferentes maneiras de trabalhar com o sistema de arquivos NTFS.
O suporte nativo do Kernel do Linux suporta leitura e gravação em alguns casos, mas é muito precário.
Então, para trocar arquivos entre Windows e Linux, as pessoas utilizavam (a maioria ainda utiliza) uma partição FAT.
Neste artigo da Linux Magazine vocês podem ver algumas ferramentas disponíveis para o acesso a volumes NTFS através do Linux.
Há também um tutorial do NTFS-3G (que na minha opinião é o melhor e mais fácil modo de se trabalhar com NTFS no Linux), mostrando a instalação, montagem e manipulação de volumes NTFS.
Uso o Slackware + WinXP e estou usando o NTFS-3G já faz alguns meses e estou satisfeito.
Nenhum problema até o momento.
Boa leitura!
Fonte: Linux Magazine
Um funcionário da Sony BMG ligou para o suporte da empresa PointDev para assistência com um produto chamado Ideal Migration.
Depois que o técnico da PointDev solicitou o número da licença para o funcionário da Sony, foi constatado que o produto estava registrado com uma chave pirata.
Através de uma autorização judicial, a PointDev foi verificar os escritórios da Sony e encontrou quatro servidores rodando o software Ideal Migration com uma chave de registro pirata. Os servidores foram confiscados como evidencia.
Isso tudo, porque a empresa faz parte da RIAA e está constantemente processando pessoas por baixar músicas ilegais na internet, imaginem se eles não fossem contra a pirataria.
Fonte: The Inquirer
"O Centro Nacional de Processamento de Alto Desempenho em São Paulo (Cenapad), localizado no campus da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista, ganhou um novo sistema computacional com capacidade de processamento quase três vezes maior do que o anterior."
Fonte: Agência Fapesp